A História da República COSA NOSTRA tem inicio no ano de 1988, com a notícia dada pela universidade sobre a construção de novas repúblicas federais na área do Campus Universitário. As vagas para as mesmas seriam cedidas aos estudantes através de sorteio a ser realizado no CAEM. Era grande a expectativa em torno do sorteio, visto que, a nova casa iria abrigar várias pessoas que talvez nem se conhecessem.
Ocorrido o sorteio, foram premiadas 10 estudantes, dentre estes é preciso citar o nome dos cinco que são hoje os fundadores da mesma: Ivonaldo Aristeu Gardingo, Fernando Rocha dos Santos, Emilson F. Bicalho, Mozart Batista de Araújo, Edimar Miranda. Agora a expectativa girava em torno da entrega da mesma aos estudantes. Isso tudo, porque alguns já tinham uma carência urgente de moradia .
Porém ocorreu uma demora muito longa na entrega da nova residência aos novos moradores. Em uma reunião, decidiram por invadir a casa ainda inacabada para exercer uma pressão sobre os órgãos responsáveis da universidade. Tal ação surtiu logo um efeito sobre a situação . Os estudantes foram ameaçados de serem expulsos da casa e perderem o direito de morar ali. Porém, atento a tudo isso, o reitor da época logo se apressou em resolver o impasse. Convocou uma reunião junto com os estudantes e a prefeitura do Campus. Desta reunião ficou a promessa da entrega da casa pronta o mais rápido possível. E tal promessa foi cumprida. Meses depois, todos os estudantes sorteados já habitavam na nova republica que tinha seu nome inicial de BATACLÃ.
Após alguns conflitos internos, os moradores decidiram por adotar um regime de batalha de vaga, para os que viessem a morar na republica, com o que só ao final de um período de adaptação e avaliação por parte dos veteranos, seria dada resposta ao bixo. Foi decidido também que o novo nome seria Cosa Nostra, em virtude da relação de amizade e fidelidade existente entre os integrantes da famosa máfia Siciliana .A data de fundação ficou sendo 21 de abril de 1989.
Após os fatos ocorridos e diante das decisões tomadas, integraram o quadro de moradores e fundadores Ivonaldo Aristeu Gardingo (Quatí), Fernando Rocha dos Santos (Mandíbula), Edimar Miranda e Mozar Batista de Araújo (Mozart). Posteriormente fizeram e ainda fazem parte da republica: André Luiz Lacerda (WiskyJow), Adler Araújo Alves (Bambi), Carlos Moacir Leite Gomes (Moá), Durval Dias Santiago Júnior (Chupa-cabra), Frederico Bretas Caldeira (Fredão), Marcos Geraldo Alves Maria (Totan), Alexandre Sousa Bastos (Keké), Marco Antônio Pereira (Tonin), Osvaldo José Ribeiro de Faria (Bozó), Adriano Sathler Horts (Tantão), Lucas de Almeida Botelho (Sem-terra), Reginaldo Adriane Cal (Rasgado), Marcelo Vinícius Aniceto Reis (Macalé), Maurício Matsunaga (Sumô), Antonino Antônio Braga (Azaléia), Henrique Rangel da Silva Rodrigues (Inhaca), Jordane Dalmo Fonseca (Teletobbies), Justino Muniz Júnior (Pirú), Jaime Nogueira Eleutério (Terra-Seca), Fernando Emerson Batista (Ganso), Georgton Viggiano de Souza (Estrume), Paulo Ricardo Neves Guerreiro (Xupyn), Edimar Marcon (Garapa), Paulo Roberto Nascimento Araújo (Resguardo), Iuri Pinto Mascarenhas (Merro), Maxwell Vaz Araújo de Andrade (Seu Madruga), Eduardo Dias Pascoal (Presciozu), Oberdan Veloso de Melo (Gyodai), Matheus Melo Machado (Figurante), Caio Henrique Ribeiro Vieira (Parrerinha), Renato Vinícius Silva Santos (Mocotó), Arnaldo Junio Rocha Pinho (Caridadi), Rodrigo Eleutério de Souza Rodrigues (Rosinha), Alan Alex Aleixo (Obaldu), Caio Augusto Souza Santana (Jeremias), Thiago Xavier Nhimi Resende (Kducu), Maiko Dinato Teodoro (Cismadu), Humberto greco Teixeira (Mambaia) e Rodolfo Lucena Chaves Silva (Rivaldo). Atualmente a república tem como moradores: Thiago Correa Calegario (Bicanca), Renan Tadeu Maia Poswar (Grilo), Dênio Gilberto Milagres Crepaldi (Chong), Gabriel Pena Saturnino Diniz (Arregão), Samuel Augusto Campos de Oliveira (Selado), Luiz Felipe Romanha Matteoli (Donatelo), Lucas Gouveia Bontempo (Polegar), Luís Henrique Siqueira (Zipadu) e Bruno Simões Poubel (Vacilão).